domingo, 3 de novembro de 2019

Concorrência desleal no ENEM

Hoje está ocorrendo a primeira fase do ENEM 2019 e sabemos que temos lugares de clima mais agradável neste período.

Alguns pais (ou responsáveis) nunca participaram de algo relacionado, mas imaginam o sofrimento do participante em salas de aula que até o vento do ventilador é quente, logicamente, onde estes existem. Percebem isto, ao conduzirem os participantes aos seus locais de prova. Não vamos esquecer que este deslocamento é realizado no horário do intervalo entre meio dia e 13h, com raras exceções de alguns mais precavidos que saem mais cedo por necessidade ou prudência e outros mais relaxados que deixam para os últimos instantes e até para depois das 13h quando os portões já fecharam. Não nos referimos àqueles que por infelicidade do destino sofreram contratempos.


Vou me ater a realidade local, que felizmente temos ambientes escolares perfeitamente climatizados para felicidade dos estudantes que compartilham destes diariamente ou nesta oportunidade de participação decisiva de seus futuros, o momento de classificação para ingresso às faculdades e assim, realizar o curso superior.

Infelizmente, esta não é uma realidade majoritária, submetendo a maioria não só aos testes de conhecimento acadêmico, bem como de resistência física às elevadas e desconfortáveis temperaturas que as salas atingem.

Aqui se encontra o meu questionamento quanto a disparidade injusta dos que realizam a participação em ambientes tão antagônicos.



 


Sei que o leitor deve estar pensando em outras divergências(injustas ou provocadas), mas desejei reservar esta postagem á este aspecto em particular.

Contudo, espero o merecido sucesso dos mais dedicados e preparados, intelectualmente, psicologicamente e, neste contexto, fisicamente também.

Professor Jeofton Meira Trindade

sábado, 2 de novembro de 2019

Trabalho de Informática aplicada à saúde

O Plano Nacional de Imunização - PNI

Como é comum perceber os interesses políticos de cunho partidarista em diversas áreas, não é estranho ao setor de interesse público geral, a saúde.


Em meio aos problemas de estruturação e a urgência por ações efetivas no campo das imunizações, o Brasil consolida seu Plano Nacional de Imunização - PNI na década de 70. Todo plano herda uma experiência de campanhas anteriores como as ações urgentes e polêmicas do médico sanitarista Oswaldo Cruz no início do século XX e as bem sucedidas experiências internacionais, exigindo ações que convergiam para a integridade das ações de imunização no mundo. Assim, o país chega atualmente ao complexo, mas eficiente e evolutivo PNI.


Sugiro como leitura bastante enriquecedora, a histórica Revolta da Vacina e duas publicações abaixo, na íntegra.

1-

Sobre o programa


O Programa Nacional de Imunizações tem avançado ano a ano para proporcionar melhor qualidade de vida à população com a prevenção de doenças. Tal como ocorre nos países desenvolvidos, o Calendário Nacional de Vacinação do Brasil contempla não só as crianças, mas também adolescentes, adultos, idosos, gestantes e povos indígenas. Ao todo, são disponibilizadas na rotina de imunização 19 vacinas, cuja proteção inicia nos recém-nascidos, podendo se estender por toda a vida.
As vacinas são seguras e estimulam o sistema imunológico a proteger a pessoa contra doenças transmissíveis. Quando adotada como estratégia de saúde pública, elas são consideradas um dos melhores investimentos em saúde, considerando o custo-benefício.
O Programa Nacional de Imunizações do Brasil é um dos maiores do mundo, ofertando 45 diferentes imunobiológicos para toda a população. Há vacinas destinadas a todas as faixas-etárias e campanhas anuais para atualização da caderneta de vacinação

História da vacinação no Brasil

O êxito das Campanhas de Vacinação contra a varíola na década dos anos sessenta mostrou que a vacinação em massa tinha o poder de erradicar a doença. O último caso de varíola notificado no Brasil foi em 1971 e, no mundo, em 1977 na Somália.
Em 1973 foi formulado o Programa Nacional de Imunizações (PNI), por determinação do Ministério da Saúde, com o objetivo de coordenar as ações de imunizações que se caracterizavam, até então, pela descontinuidade, pelo caráter episódico e pela reduzida área de cobertura. A proposta básica para o Programa, constante de documento elaborado por técnicos do Departamento Nacional de Profilaxia e Controle de Doenças (Ministério da Saúde) e da Central de Medicamentos (CEME - Presidência da República), foi aprovada em reunião realizada em Brasília, em 18 de setembro de 1973, presidida pelo próprio Ministro Mário Machado Lemos e contou com a participação de renomados sanitaristas e infectologistas, bem como de representantes de diversas instituições.
Em 1975 foi institucionalizado o PNI, resultante do somatório de fatores, de âmbito nacional e internacional, que convergiam para estimular e expandir a utilização de agentes imunizantes, buscando a integridade das ações de imunizações realizadas no país. O PNI passou a coordenar, assim, as atividades de imunizações desenvolvidas rotineiramente na rede de serviços e, para tanto, traçou diretrizes pautadas na experiência da Fundação de Serviços de Saúde Pública (FSESP), com a prestação de serviços integrais de saúde através de sua rede própria. A legislação específica sobre imunizações e vigilância epidemiológica (Lei 6.259 de 30-10-1975 e Decreto 78.231 de 30-12-76) deu ênfase às atividades permanentes de vacinação e contribuiu para fortalecer institucionalmente o Programa.
Em seguimento à erradicação da varíola, inicia-se em 1980 a 1ª Campanha Nacional De Vacinação Contra A Poliomielite, com a meta de vacinar todas as crianças menores de 5 anos em um só dia. O último caso de poliomielite no Brasil ocorreu na Paraíba em março de 1989. Em setembro de 1994 o Brasil junto com os demais países da região das Américas, recebeu da Comissão Internacional para a Certificação da Ausência de Circulação Autóctone do Poliovírus Selvagem nas Américas, o Certificado que a doença e o vírus foram eliminados de nosso continente.
De 1990 a 2003, o PNI fez parte da Fundação Nacional de Saúde. A partir de 2003, passou a integrar o DEVEP/SVS - Secretaria de Vigilância em Saúde, inserido na Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações (CGPNI).
Ao longo do tempo, a atuação do PNI alcançou consideráveis avanços ao consolidar a estratégia de vacinação nacional. As metas mais recentes contemplam a eliminação do sarampo e do tétano neonatal. A essas, se soma o controle de outras doenças imunopreveníveis como Difteria, Coqueluche e Tétano acidental, Hepatite B, Meningites, Febre Amarela, formas graves da Tuberculose, Rubéola e Caxumba em alguns Estados, bem como, a manutenção da erradicação da Poliomielite.
O PNI adquire, distribui e normatiza também o uso dos imunobiológicos especiais, indicados para situações e grupos populacionais específicos que serão atendidos nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). É também de responsabilidade desta coordenação a implantação do Sistema de Informação e a consolidação dos dados de cobertura vacinal em todo o país.
Destacamos que o objetivo principal do Programa é de oferecer todas as vacinas com qualidade a todas as crianças que nascem anualmente em nosso país, tentando alcançar coberturas vacinais de 100% de forma homogênea em todos os municípios e em todos os bairros.
O PNI é, hoje, parte integrante do Programa da Organização Mundial da Saúde, com o apoio técnico, operacional e financeiro da UNICEF e contribuições do Rotary Internacional e do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

2-
O Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Brasil é uma referência internacional de política pública de saúde. O país já erradicou, por meio da vacinação, doenças de alcance mundial como a varíola e a poliomielite (paralisia infantil). A população brasileira tem acesso gratuito a todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
Desde que foi criado, em 1973, o programa busca a inclusão social, assistindo todas as pessoas, em todos o país, sem distinção de qualquer natureza. As vacinas do programa estão à disposição de todos nos postos de saúde ou com as equipes de vacinação, cujo empenho permite levar a imunização mesmo aos locais de difícil acesso.
Há mais de 100 anos foi realizada a primeira campanha de vacinação em massa feita no Brasil. Idealizada por Oswaldo Cruz, o fundador da saúde pública no país, a campanha tinha o objetivo de controlar a varíola, que então dizimava boa parte da população do Rio de Janeiro.
O êxito das Campanhas de Vacinação contra a varíola na década dos anos sessenta mostrou que a vacinação em massa tinha o poder de erradicar a doença. O último caso de varíola notificado no Brasil foi em 1971, e no mundo em 1977, na Somália.
Em 1980 aconteceu a 1ª Campanha Nacional de Vacinação Contra Poliomlite, com a meta de vacinar todas as crianças menores de 5 anos em um só dia. O último caso de poliomielite no Brasil ocorreu na Paraíba em março de 1989. Em setembro de 1994 o Brasil recebeu, junto com os demais países da região das Américas, o certificado que a doença e o vírus foram eliminados do continente.
Ao longo dos anos, a atuação do PNI apresentou consideráveis avanços. As metas mais recentes contemplam a erradicação do sarampo, a eliminação tétano neonatal e o controle de outras doenças imunopreveníveis como Difteria, Coqueluche e Tétano acidental, Hepatite B, Meningites, Febre Amarela, formas graves da Tuberculose, Rubéola e Caxumba, bem como, a manutenção da erradicação da Poliomielite.
Ana Goretti Kalumi, coordenadora-substituta do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde, conta que a participação da sociedade é fundamental para o sucesso da imunização no Brasil. “O PNI é um programa que tem uma participação muito grande da sociedade. Sem o comparecimento das pessoas aos postos de vacinação não teríamos o sucesso que temos. E, é claro que não podemos esquecer a participação de todos os profissionais de saúde que levam a vacina para cada cidade, cada bairro”, disse ela.
O Brasil conta atualmente com mais de 36 mil salas de vacinação espalhadas por todo território nacional, que aplicam por ano 300 mil imunobiológicos. Entre eles estão 27 vacinas, 13 soros e 4 imunoglobulinas, todos distribuídos gratuitamente com materiais seguros e de qualidade. Há ainda vacinas especiais para grupos em condições clínicas específicas, como portadores de HIV, disponíveis nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE).
Desde sua criação, o PNI é uma das prioridades do Governo Federal. Para 2015, o programa conta com um orçamento previsto de três bilhões de reais.
Apesar da maioria das pessoas acreditar que a vacina é somente para crianças, é importante manter a carteira de vacinação em dia em todas as idades, para evitar o retorno de doenças já erradicadas. Os adultos devem ficar atentos às campanhas e manter caderneta atualizada.
Ainda assim, muitas pessoas deixam de comparecer aos postos de saúde para atualizar a carteira de vacinação, e também de levar os filhos no tempo correto de aplicação das vacinas. “Umas das coisas que nós temos nos preocupado muito é o receio das pessoas quanto à seguridade das vacinas. Como não temos doenças como pólio há mais de 20 anos e profissionais de saúde nunca viram surtos destas doenças, isso faz com que a população não tenha um olhar tão importante para este momento. Com a diminuição dos riscos de transmissão de algumas doenças, as pessoas passam a se preocupar mais com notícias equivocadas do que com a importância da vacinação. Só vamos conseguir de fato a garantia da imunização da população se tivermos altíssimas coberturas vacinais em todos os municípios brasileiros. Por isso, é fundamental que a população tome consciência de que é preciso acompanhar as campanhas e ir regularmente às unidades de saúde para a vacinação”, disse a coordenadora.



Fontes:
www.saude.gov.br/saude-de-a-z/vacinacao/sobre-o-programa

http://www.blog.saude.gov.br/index.php/entenda-o-sus/50027-programa-nacional-de-imunizacoes-pni

http://portalarquivos.saude.gov.br/campanhas/pni/


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

OBMEP 2019

Participantes comprometidos com olimpíadas de conhecimento tendem a conquistar os cursos superiores de seus interesses, sem dificuldades, na faculdade pretendida. Isso mostra que, a dedicação ao conhecimento é um ofício saudável e próspero.

Os desafios constantes, como simulados, provas convencionais e olímpicas e a elucidação de seus conteúdos previamente planejados em suas agendas de estudo, imprimem um ritmo mais próximo das atribuições de um estudante de fato.

Para participar das Olimpíadas é necessário efetuar a inscrição das escolas em data prevista nos calendários próprios de cada olimpíada e isto é realizado por um profissional responsável pela mesma, geralmente, professores, gestores e coordenadores das unidades escolares ou de secretarias municipais de educação.

Exite uma dedicação às questões propostas nas olimpíadas, sendo elas imbuídas de desafios que:

- exploram os níveis de aprendizagem em determinados conteúdos, bem como uma desenvoltura linguística necessária;

- estimulam a curiosidade e despertam o interesse pela aprendizagem da disciplina, comumente revelando talentos enclausurados ou nunca requisitados;

- desafiam e estimulam o estudo daqueles que já revelam algum talento, mas que não são treinados e explorados a contento, contribuindo com a consolidação do conhecimento.

Enquanto responsável, permita a realização das olimpíadas de conhecimento em seu ambiente educacional, inscrevendo sua escola.

Enquanto aluno, dedique-se aos pré-requisitos imprescindíveis ao seu sucesso, participando efetivamente e experimentando de um universo que só um verdadeiro estudante conhece.

Colaboremos para a construção uma sociedade mais justa, evoluída e consciente.

Realize sua inscrição e conheça as demais atividades anuais no calendário da OBMEP 2019.


http://www.obmep.org.br/selecaoEscola.do

Caso tenha problema em acessar a página de inscrição, clicando no link disponível na imagem acima, o endereço é: http://www.obmep.org.br/selecaoEscola.do

Jeofton Trindade - coordenador setorial da OBMEP nos municípios jurisdicionados a URE Santa Inês



segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Feliz Natal e próspero ano novo

Nem toda controvérsia existente mancharia o esprito de fraternidade que aflora neste período. Uma data incomparável, não só pelas aparências literalmente enebriantes dos adereços natalinos, mas sobretudo pelo comportamento que evidencia a solidariedade e é imbuído destas características que solidarizamos nosso desejo de manutenção contínua das marcas mais pujantes do Natal.




Aproveitamos o ensejo para desejar também, um Feliz 2019 para todo mundo.

Professor Jeofton Trindade e família.

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

PRÉ-MATRÍCULA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO DO MARANHÃO

O Estado do Maranhão já adota o sistema de pré-matrícula efetuado de forma online. Diríamos que, da forma mais democrática possível, o cidadão interessado pode reservar sua vaga na escola de seu interesse, enquanto houver disponibilidade. Infelizmente, esta prática ainda não está definitivamente incorporada pela sociedade.

Ressaltamos que esta pré-matrícula, disponível do dia 03 à 14 de dezembro de 2018 é efetuada no link abaixo, por qualquer cidadão com acesso a internet.

Prorrogada até dia 21/12/2018

http://sistemas.educacao.ma.gov.br/matricula2019/frmCandidato.aspx


Atendendo a pedidos de alguns pais, disponibilizamos abaixo o link para acesso ao cadastro efetuado na pré-matrícula. Á página é geralmente acessada para realização de alterações necessárias.

http://sistemas.educacao.ma.gov.br/matricula2019/



A rede estadual de ensino também atua colaborando com esta ação. Para isto, disponibiliza a realização de pré-matrículas nas próprias escolas com acesso à internet.

Os Núcleos de Tecnologias Educacionais - NTE reforçam estas equipes nos municípios onde estes existem, oferecendo mais um local disponível e colaborando com o sucesso desta ação.
 

Pré-matrícula no NTE Santa Inês
Alameda Carajás, 263 Sabbak Santa Inês MA

"Fico feliz por meu filho vir estudar na mesma escola que eu também estudei" disse uma mãe que realizou a pré-matrícula na escola Centro de Ensino Bandeira Tribuzzi - CAIC de Santa Inês. A mesma é moradora das proximidades da escola.

Mais informações em:

http://www.educacao.ma.gov.br/atencao-ultimos-dias-para-a-pre-matricula-2019-no-1o-ano-do-ensino-medio-da-rede-estadual/

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Datasus

 A description...

Conforme atividade realizada pela turma noturna de Bacharel em Enfermagem da Faculdade Santa Luzia - FSL, estamos disponibilizando o endereço dos seus blogs produzidos para esta finalidade e, eventualmente, continuidade de suas contribuições literárias publicadas para socializar através do universo digital.

http://julietesaude.blogspot.com/

http://djmsaude2018.blogspot.com/

https://jrsenfermagem.blogspot.com/

http://andreiajade25.blogspot.com/

https://pollyanacarvalho1000.blogspot.com/

https://leninhaabreu.blogspot.com/

https://eunices2.blogspot.com/2018/11/o-que-e-datasus-o-departamento-de.html

https://dennysousa.blogspot.com/2018/11/datasus.html

http://rafayannaxavier.blogspot.com/

http://costaln.blogspot.com/

http://amantesdaenfermagem1.blogspot.com/












A Internet representa, hoje, uma tecnologia de grande valia para a enfermagem, podendo ser utilizada tanto no gerenciamento dos serviços de atendimento à saúde, em hospitais ou unidades básicas de saúde, como também no apoio ao profissional em suas atividades de assistência ao paciente.