domingo, 17 de julho de 2016

Política e necessidade pública

Me perdoem os médicos, mas:

- Ante a decisão da política adotada pelos órgãos reguladores da formação de profissionais da saúde que decidem controlar a demanda do mercado a fim de manter a supervalorização do médico em função da procura absurda em torno dos poucos existentes;

- Face a carência destes poucos médicos que dedicam parte do tempo em deslocamento de uma instituição para outra, de um hospital para outro, de um município para outro e muitas vezes de uma função para outra quando ocupam cargos políticos, comprometem a maior parte do tempo que seria dedicado aos atendimentos de suas funções e amenização da necessidade pública que em sua maioria é de urgência. Urgência esta porque todo cidadão sensato iria em um hospital como ultimo recurso tendo em vista o poder de contaminação dos ambientes disponíveis independente da natureza jurídica privado, arrendado, ou de domínio público;

Observamos que a população poderia interferir um pouco, evitando diminuir a ausência destes profissionais que são insuficientes e sobrecarregados quando não em suas atribuições mas em função destas em suas viagens cansativas para locomoção entre municípios e quando chegam precisam de repouso para descanso, ...

Funções que tratam de situações extremas e delicadas quanto à responsabilidade que, em tese, deveriam ter e que, reciprocamente, deveria ser reconhecidos pelos casos de negligências pela população.

Somos vitimados de todas as formas e pagamos na pele, ou seja, com a saúde, pelos atos de ignorância da população que corrobora com as manobras de classes privilegiadas.

Sei da existência de profissionais competentes, responsáveis e acima de tudo humanos. Profissionais que reconhecem a sua importância e necessidade da população e que por isso jamais comprometeriam seus poucos instantes de dedicação de suas conhecimentos e habilidades prestando-se a outras funções que não as de suas competências profissionais.

Uma pesquisa realizada pelo fantástico mostrou a alarmante razão entre o numero de médicos e a população, com potencialização da razão no norte e nordeste com poucos médicos disponíveis e onde os poucos que existem estão comprometidos com cargos legislativos ou executivos públicos. Situações que exigem ações paleativas como a contratação de mão de obra do mercado externo por inexistência de mão de obra, embora coexistam os registros funcionais, mas sem atuação profissional efetiva.

Precisamos de serviços públicos de saúde de qualidade e que justifiquem a nossa enorme carga tributária. Nossa cidade precisa de investimentos nesta área, para atender a demanda que não é formada exclusivamente de moradores de Santa Inês. Precisamos de serviços públicos, hospitais públicos para nossa necessidade que envolve os municípios vizinhos. Desde já, ou melhor, já é tarde o funcionamento de hospitais públicos estaduais e municipais onde a rede privada está superlotada com serviços de péssima qualidade, mas que não nos deixam outra alternativa.

Em períodos de eleição, que candidato se envolveria em se dedicar a esta prioridade? Quem se propunha a investir em hospitais públicos de fato? Ponho ênfase nisto por nossa necessidade que é ludibriada pelos altos investimentos no arrendamento do setor privado e único.

Estamos diante de um instante de decisão que nos compromete por muitos anos, período suficiente para vários casos de fatalidades como consequências das decisões precipitadas e irresponsáveis que buscam apenas privilégios egoístas imediatistas.

Infelizmente, quando estamos esbanjando saúde, raramente paramos para pensar em nossas possíveis necessidades e muitos só as identificam quando estão contratando serviços funerários para si ou para algum ente querido.

Investimentos em hospitais públicos de qualidade já, antes dos próximos casos de negligência pública, por falta de médicos, falta de serviços públicos, por falta de medicamentos, ...


quarta-feira, 13 de julho de 2016

Webquest

Verde no cinza


 

 


 
 

Com a intenção de dar suporte ao desenvolvimento do projeto sobre vegetações residenciais em Santa Inês, elaboramos esta webquest. O projeto consiste em um levantamento fotográfico e de informações sobre as vegetações residenciais de uso medicinais, comestíveis e ornamentais existentes, sobre os cuidados de alguns proprietários que as dispõem nos fundos da casa(quintal) ou em outros casos, no recuo frontal, oferecendo mais conforto térmico em nossa cidade com características de elevadas temperaturas médias anuais. O trabalho envolve dados estatísticos, biológicos e sociais.

O projeto já está em fase de desenvolvimento e neste instante submetemos os participantes a uma interatividade que questionará os conhecimentos adquiridos e as carências existentes.

Questionários:

1- Em sua cidade, as pessoas costumam acomodar plantas em suas residências? Se sim, quais tipos são mais frequentes: comestíveis, medicinais ou ornamentais?

2- De cada classificação(comestível, uso medicinal e ornamental), quais as plantas são mais comuns em cada categoria?

3- Os proprietários conhecem as plantas que possuem? Sabem identificá-las com nome científico ou, no minimo, a denominação popular? Se algumas delas oferecem algum risco de contaminação ou outra agressividade aos animais e envolvidos?

4- Qual a ornamentação mais apreciativa das residências envolvidas na cidade?

5- A vegetação seguindo orientações de especialistas para promover um uso racional e controlado na cidade pode proporcional beleza estética a cidade, além de outras vantagens termicas. Dessa forma, como ocorre o uso racional em Santa Inês? Os espaços urbanos(praças e outros logradouros) são bem arborizados?

6- O que justifica a escolha do título "Verde para este projeto?

7- Qual música e/ou vídeo identifica melhor seu trabalho? E por quê?

A culminância desse projeto deve estar apta a responder todos estes questionamentos e quem sabe oferecer muito mais conclusões.

Em breve...

Avaliação

Será apresentado através de publicações e apresentações com software específico permitindo a contemplação das imagens coletadas e explanações pertinentes ao desenvolvimento do projeto e aprendizagens proporcionadas.

Fontes:

http://professorasilvana.blogspot.com.br/2006/09/o-que-webquest.html

https://sites.google.com/site/oficinadotiao/home/o-que-e-webquest

https://www.youtube.com/watch?v=iehj9SjduDg

http://paginas.fe.up.pt/~tavares/downloads/publications/artigos/ENVC2005_artigo_Webquest_JC.pdf

http://www.decorfacil.com/wp-content/uploads/2015/05/imagem-1014.jpg




terça-feira, 12 de julho de 2016

Curva dente-de-serra

Apresentando mais uma ferramenta de controle de estoque, a curva dente-de-serra representa graficamente a evolução do mesmo usando o eixo x para o tempo e o eixo y para a quantidade em estoque. Simultaneamente, a divisão em períodos permite exibir o consumo do estoque e a reposição do estoque.

A administração de materiais proporciona experiências sobre os vários fatores que influenciam na evolução da quantidade estocada, quais sejam:

- A demanda durante o período de consumo não é constante por sofrer influencias de aleatoriedade peculiar de cada empresa e de cada período;

- Falha na área de compras ou no controle de estoque, ocasionando o atraso dos pedidos dos itens em estoques aos fornecedores;

- Atraso da entrega dos itens de estoque, pelo fornecedor;

- Rejeição dos lotes de itens do estoque pelo controle de qualidade.




O recurso da análise gráfica não corresponde a característica da facilidade das análises refletidas. Contudo, é necessário levantar conclusões e assim dirimir ou amenizar as falhas de origem do comprador ou do fornecedor nos procedimentos de abastecimento.

Ressaltamos que a demanda média(DM) ou consumo médio, é calculada pela média aritmética das demandas(D).

No campo da construção civil, o controle do estoque é imprescindível, sobre pena de atrasos e outros comprometimentos da obra e, consequentemente, prejuízos para construtores e proprietários. Alguns insumos necessários sofrem sazonalidades em relação a preço e, respectiva, disponibilidade. Alguns itens sofrem coletivos problemas relacionados a demanda e disponibilidade comprometidas pelas variações de mercados e/ou das subordinações aos previstos e imprevistos climatológicos naturais. Para isto,  o suporte de algumas ferramentas teóricas administrativas potencializam o controle, a visão dos problemas e as ações necessárias para o efetivo controle de estoques.


Fontes:

https://books.google.com.br/books?id=O8hFhrJ67A0C&pg=PA149&lpg=PA149&dq=curva+dente+de+serra&source=bl&ots=FIeVwyaEMo&sig=81GkGk0W8QBzWr0NRgrf-3n3a78&hl=pt-PT&sa=X&ved=0ahUKEwjzxozjnO_NAhXMi5AKHQbeAgIQ6AEISzAK#v=onepage&q=curva%20dente%20de%20serra&f=false

http://universidadeestoque.com.br/blog/index.php/grafico-dente-de-serra/

http://quelquechoise.blogspot.com.br/2010/08/blog-post.html

https://www.youtube.com/watch?v=sNbSBvtLlZc